segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

 Presidente da Câmara apresenta Títulos de Cidadão Pessoense aos deputados Aguinaldo e Daniella Ribeiro
 Presidente da Câmara Durval Ferreira ao lado do Ministro Agnaldo Ribeiro

O presidente da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP) e do Diretório Municipal do Partido Progressista (PP), vereador Durval Ferreira, apresentou, durante a sessão ordinária desta quinta-feira (9), à mesa diretora, dois projetos de decreto legislativo que concedem Título de Cidadão Pessoense aos deputados federal e estadual, Aguinaldo Ribeiro e Daniella Ribeiro, respectivamente,ambos também do PP. 

Aguinaldo e Daniella são naturais da cidade de Campina Grande, onde iniciaram suas carreiras políticas como vereadores daquela cidade. Durval justifica que os dois deputados já são de fato filhos de João Pessoa, e seus serviços têm o respaldo da população. Ele explica que a Câmara, ao apresentar esses Títulos de Cidadão Pessoense, cumpre mais uma vez seu papel de cidadania e de reconhecimento aos seus filhos.

“Aguinaldo e Daniella são irmãos e pertencem a uma família que tem como grande condutor e pai o ex-deputado Enivaldo Ribeiro. Independente desses dois Títulos de Cidadão, os deputados do PP já são filhos da nossa cidade, pessoas queridas e de muito respeito na sociedade”, acrescentou.

Por fim, Durval Ferreira ressalta que, no caso do deputado Aguinaldo, a Capital paraibana terá um filho, agora de fato e de direito, ocupando um cargo importante no Governo Federal pela sua competência, desenvoltura e visão de gerenciamento público. Aguinaldo Ribeiro tomou posso como novo ministro das cidades, do governo da presidenta Dilma Roussef (PT), na última segunda-feira(6)

Por: Paulo de Pádua

A chamada PEC 300 — proposta de emenda constitucional que estabelece um piso salarial para policiais militares de todo o país — fixa em R$ 3.500 o valor mínimo a ser pago mensalmente aos PMs.
Adivinha qual  a única unidade da federação que atingiu esse valor?
É o Distrito Federal. Porque tem seu pagamento subsidiado pela União.
E ainda assim a PM de Brasília ainda ameaçou promover uma manifestação de solidariedade aos amotinados da Bahia.
Por:Tales Farias
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Bloco Lascou Lascou arrasta multidão pelas Ruas do Conj. Costa e Silva
Mais de 3 mil Pessoas participaram do Bloco Lascou Lascou no Conjunto Costa e Silva e Bairros adjacentes

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domingo, 12 de fevereiro de 2012


Confira os resultados deste domingo nos estaduais pelo Brasil
Vasco e Timão vencem clássicos, semifinalistas de turno são decididos no Alagoano e no Potiguar, Águia elimina o Remo e decide Taça Cidade de Belém

Acesse o Link abaixo e veja todos os resultados:
http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2012/02/confira-os-resultados-deste-domingo-nos-estaduais-pelo-brasil7.html

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Começou o Paraibano

Confira os resultados da Primeira rodada            
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Confira os resultados deste domingo nos estaduais por todo o Brasil
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http://globoesporte.globo.com/futebol/noticia/2012/02/confira-os-resultados-deste-domingo-nos-estaduais-por-todo-o-brasil.html

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O PAÍS DAS DISPARIDADES

Antônio Malvino - Colunista GiroPB

Antônio Malvino

Por: Antônio Malvino
Email: 
Colunista do GiroPB.
É sabido que o Brasil tem o Congresso mais caro do mundo, mas as disparidades verificadas no serviço público não ficam por aí. Uma rápida olhada na folha de pagamento de determinados órgão é suficiente para observar que as distorções são mesmo gritantes e os maiores beneficiados são sempre as categorias mais abastadas.
Há curiosidades que causam espanto. Por exemplo: um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata; um ascensorista da Câmara Federal, que trabalha operando elevadores, percebe maior salário do que um oficial da Força Aérea para pilotar um supersônico Mirage; um diretor responsável pela garagem do Senado ganha mais do que um general do Exército; um assessor de terceiro nível de um deputado federal tem um contracheque maior do que o de um cientista-pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz; um diretor sem diretoria no Senado ganha o dobro do que percebe um professor universitário federal.
Enquanto isso, o Sistema Único de Saúde-SUS paga a um médico por uma cirurgia cardíaca com abertura de peito a importância de 70 reais, equivalente ao que uma diarista cobra para fazer a faxina num apartamento de dois quartos. Impressiona mesmo como essas desigualdades persistem num país que se diz democrático, rico e de uma população oredeira.
Um outro exemplo de privilégio está na remuneração paga a magistratura. Agora mesmo se descobriu que no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro – os desembargadores recebem super-salários, que variam de 40 mil a 150 mil reais. Isso é resultado de uma soma de vantagens – que praticamente nenhuma outra categoria do serviço público tem direito.
Além do salário, os magistrados cariocas recebem auxilio-creche, auxilio-saúde, auxílio-locomoção, ajuda de custo para transporte e mudança e auxilio refeição e alimentação. Em dezembro de 2010 – um único desembargador do Rio recebeu a bagatela de 511 mil reais. Outro magistrado recebeu naquele mesmo mês depósitos em sua conta que somaram 462 mil reais.
São distorções – como essas citadas – que provocam a revolta do trabalhador comum, que passa o mês inteiro dando duro para receber o salário mínimo. Pior é que o brasileiro parece ter pedido a capacidade de se indignar – diante da falta de ação para corrigir tamanhos absurdos, punir os responsáveis pela prática de atos danosos ao erário público e diante da falta de moralidade que domina os três poderes da União.
É preciso, no entanto, não ficar omisso, se acovardar, porque o caminho fica cada vez mais aberto para o roubo, a corrupção e a safadeza. Essa história de aceitar esse estado de coisas, como se tivesse que ser assim mesmo, que nada podemos fazer ou que não tem jeito – não deve prevalecer. Afinal, um país de futuro, como o nosso, jamais chegará o desenvolvimento desejado se não houver responsabilidade social e zelo com os gastos públicos. Por isso, não dá prá deixar de se indignar…