quinta-feira, 3 de janeiro de 2013


Com    a    presença   de 


irmãos, Leandro  do  KLB


assume vaga de deputado



Kiko e Bruno acompanharam solenidade na Assembleia de SP.


Leandro promete lutar contra os maus-tratos a animais.

Leandro no auditório da Assembleia Legislativa de SP após assumir uma das vagas da Casa (Foto: Márcio Pinho/G1)Leandro no auditório da Assembleia de SP após assumir uma das vagas (Foto: Márcio Pinho/G1)













O músico Leandro Finato Scornavacca, o Leandro do KLB, assumiu nesta quinta-feira (3) o cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa de São Paulo prometendo realizar ações contra a pedofilia e os maus-tratos a animais e também a favor da família e das crianças. "Cuidando das crianças você tem uma sociedade saudável", afirmou ele, que participou, como convidado, da CPI da Pedofilia durante quatro anos no Congresso.
Leandro assume uma das nove vagas ocupadas nesta quinta-feira na Assembleia, a maioria delas aberta por deputados estaduais eleitos prefeitos nas últimas eleições. Ele é filiado ao PSD, partido do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab.
O cantor foi o primeiro a ser anunciado durante a solenidade conduzida pelo presidente da Assembleia, Barros Munhoz (PSDB). Na plateia, estavam os outros integrantes do KLB, os irmãos Bruno e Kiko. Esse último concorreu a um cargo na Câmara Municipal nas eleições de outubro, mas não foi eleito.
Kiko afirmou considerar "emocionante" a entrada do irmão na Assembleia e a "realização de um projeto" traçado pela família. Segundo ele, o grupo sempre realizou trabalhos sociais sem fazer alarde e gostaria de poder participar mais ativamente dentro da política.
Os irmãos de Leandro, Kiko e Bruno (Foto: Márcio Pinho/G1)Os irmãos de Leandro, Kiko e Bruno
(Foto: Márcio Pinho/G1)
Leandro, assim como os outros novos deputados, fez um breve pronunciamento dizendo que vai promover o bem-estar no estado, respeitando a Constituição. Após a solenidade, o cantor foi o novo deputado mais assediado pelos presentes da plateia e ganhou abraços de várias pessoas.
O cantor disse, também, que em sua carreira como músico viajou pelo país, constatando problemas da população, e que isso contribuiu para sua formação como político. Viagens que irão continuar, já que a banda que ficou parada por algum tempo prepara o lançamento de um novo trabalho. "É possível conciliar", garante Leandro.
Leandro foi eleito primeiro suplente da coligação PSDB-DEM nas eleições de 2010. Desde outubro do ano passado ele já sabia que poderia estrear como deputado estadual, com o mandato se encerrando em março de 2015. Leandro assumirá o lugar de Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), eleito prefeito de Santos, na Baixada
.

Com energia cortada, prefeita toma posse sob luz de candeeiro

Carleuza Marinheiro revelou que não houve transmissão de cargo, nem o repasse de informações administrativa e financeira do município A prefeita de Juazeirinho, Carleuza Marinheiro (PTB), teve uma surpresa desagradável durante sua posse nesta terça-feira (1º de janeiro). Com a energia cortada, por falta de pagamento, a solenidade de posse da prefeita foi sob a luz do candeeiro. Juazeirinho (município localizado na região do Seridó paraibano, distante 209 quilômetros de JOão Pessoa e 84 de Campina Grande), tem uma população estimada pelo IBGE de 17.064 habitantes.
Conforme as informações repassadas por Cesar Nitão, um dos assessores da prefeita, o ex-gestor Bevilacqua Matias Maracajá, que perdeu a disputa no ano passado, além  de não pagar a conta de luz, deixou a Prefeitura sem o fornecimento de água, sem o sistema de telefonia funcionar. “A prefeita encontrou no caixa da prefeitura apenas R$ 2,10”, revelou um dos assessores de Carleuza Marinheiro.
O prefeita tomando posse em Juazeirinho
Foto: A prefeita tomando posse em Juazeirinho
Créditos: Cesar Nitão
Durante discurso, a prefeita lamentou o caos administrativo deixado pelo ex-prefeito e revelou que os problemas emergenciais serão sanados em breve espaço de tempo. Ela dlamentou que que não houve transmissão de cargo, nem o repasse de informações administrativa e financeira do município.
Bevilacqua Matias teve as contas de 2010 reprovadas pelo Tribunal de Contas da Paraíba e foi multado em R$ 269.157,79, conforme proposta do relator do processo, o auditor substituto de conselheiro Antonio Cláudio Silva Santos. Bevilacqua respondeu por saldo bancário não comprovado, despesas também sem comprovação com o INSS e com o aluguel de caçambas.
Juazeirinho tem uma área territorial de 467,523 km², com densidade demográfica 35,88 hab/Km². O IDH de Juazeirinho é de 0,581, segundo o Pnud/ONU.

Carleuza foi eleita com 5.114 votos (50,31% do total), contra 4.802 de Bevilacqua (47,8%) que tentava a reeleição. O outro candidato, Ernandes Gouveia (PDT) obteve apenas 2,44% dos votos válidos.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013


O vereador Santino (PT do B) roubou a cena mais uma vez e foi o destaque nesta terça-feira (1) na Câmara de Vereadores durante solenidade de posse. Durante a pose dos mais eleitos, o menor parlamentar do Brasil, que aparece no centro da imagem, foi o vereador eleito mais aplaudido entre as pessoas presentes na sessão.
O primeiro parlamentar eleito a chegar na Casa de Napoleão Laureano para a sessão de posse foi peemedebista, João Almeida. O último foi Pedro Alberto Coutinho (PTB). Durante a sessão de hoje, os vereadores eleitos e reeleitos também estarão confirmando o nome do atual presidente da Casa, Durval Ferreira (PP) para ficar mais dois anos da mesa do Poder Legislativo. Compõem juntamente com Durval Ferreira o comando da Câmara Municipal: Zezinho Botafogo (PSB) (2º vice-presidente), Raissa Lacerda (PSD) (3º vice-presidente), Benilton Lucena (PT) (1º secretário), Eliza Virginia (PSDB) (2ª secretária), e Bosquinho (DEM) (3º secretário”.


Vereador rouba livro de ata da Câmara Municipal de Alhandra e polícia é chamada

O vereador Beto Januário na foto ao lado, que inicialmente presidiu a sessão da Câmara Municipal de Alhandra, na madrugada desta terça-feira (1º), que daria posse aos novos parlamentares do município e o prefeito Marcelo Rodrigues (PMDB), não satisfeito com a suspensão da sessão por não poder dar posse a três vereadores que estavam em situação irregular pela não apresentação de documentos em tempo hábil, ainda levou o livro de ATA da Câmara. Para registrar o sumiço do livro e para ter o respaldo legal de abrir outro livro ATA, o vereador Edielson Nunes, que foi eleito presidente da Mesa da Câmara, registrou nesta terça-feira um Boletim de Ocorrência na Delegacia de Alhandra.
Segundo Edielson Nunes, o vereador Beto Januário pegou o livro inconformado por não poder dar posse aos vereadores Daniel Miguel, Josinaldo Pontes e Geisa Karla, que fazem oposição a administração de Marcelo Rodrigues. “No desespero, já que ele tinha encerrado a sessão e sabia que nos poderíamos dar prosseguimento ao ato solene, ele levou o livro ATA, numa atitude desrespeitosa com a Casa e com o princípio democrático”, disse Edielson, assegurando que tudo está filmado. “Temos a filmagem não apenas do tumulto da sessão, mas do vereador Beto Januário se ausentando da sessão com o livro ATA”, disse Edielson.
Sessão sem respaldo legal
Na tarde desta terça-feira (1º), os seis vereadores que fazem parte da bancada de oposição ao novo prefeito de Alhandra e que são orientados pelo grupo político do deputado estadual Branco Mendes, realizaram uma sessão na Câmara para tomarem posse de seus cargos. Segundo o vereador Edielson, a sessão não tem respaldo legal, pois de acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal de Alhandra, para ser convocada extraordinariamente, a sessão deveria contar com 2/3 da Câmara, ou seja, maioria qualificada, o que não ocorreu. “Eles fizeram a sessão com apenas seis parlamentares, quando o quorum mínimo necessário, neste caso, era de oito vereadores em plenário”, disse Edielson Nunes, que na condição de presidente da Mesa Diretora da Casa vai anular todos os atos desta sessão.
fonte:paraibaja

Dados Preocupantes:


   Fonte do 190-PB, acesse o link abaixo:


Genoino e mais 13 devem tomar posse na Câmara nesta quinta

Ao todo, 11 deputados vão assumir como titulares e três como suplentes.
Outros 10 que já eram suplentes em exercício passarão a ser titulares.

Iara LemosDo G1, em Brasília
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O ex-presidente do PT José Genoino, condenado na terça-feira (09) por corrupção ativa pelo Supremo Tribunal Federal (STF), anunciou nesta quarta-feira sua renúncia do cargo de assessor especial do Ministério da Defesa. (Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo)O ex-presidente do PT José Genoino, ao anunciar,
renúncia de cargo na Defesa, após ser condenado

no STF (Foto: Nilton Fukuda/Estadão Conteúdo)
A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados empossará, na tarde desta quinta-feira (3), os suplentes de parlamentares que renunciaram ao cargo ou estão afastados ocupando cargos na administração pública. Ao todo, há previsão de que 11 suplentes assumam como titulares e outros três como suplentes, entre eles o ex-deputado José Genoino, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 6 anos e 11 meses de prisão no processo do mensalão. 

Acesse o link abaixo e veja a matéria completa: 

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012


Seis anos após renúncia, Renan deve voltar a presidir Senado

  • Peemedebista já teve atritos com Dilma; Henrique Alves, também do PMDB, deve comandar a Câmara

Volta ao poder . Renan Calheiros, que renunciou em 2007, após sofrer denúncias de corrupção Foto: Ailton de Freitas/11-03-2010
Volta ao poder . Renan Calheiros, que renunciou em 2007, após sofrer denúncias de corrupção Ailton de Freitas/11-03-2010
BRASÍLIA — Se prevalecer a escrita, a partir de fevereiro a presidente Dilma Rousseff terá de conviver com um Congresso sob o comando de dois peemedebistas com os quais ela não teve as melhores relações até há pouco tempo: o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que pretende fazer um acerto de contas com o passado e retornar à presidência do Senado depois de renunciar em 2007, no auge do chamado “Renangate”; e o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que tenta amarrar o apoio da maioria dos partidos para evitar um segundo turno com o azarão Júlio Delgado (PSB-MG).
A escolha dos sucessores de José Sarney (PMDB-AP) e Marco Maia (PT-RS) acontece no início de fevereiro, na volta do recesso parlamentar. Mas, enquanto Henrique e Delgado batem ponto em jantares e festas de fim de ano, Renan está discreto e só deverá oficializar a candidatura no último momento. Ele quer evitar que todas as denúncias de corrupção que motivaram sua renúncia (e quase cassação do mandato) em duas votações, em 2007, sejam retiradas da gaveta e voltem a esquentar o noticiário.
Depois do escândalo, Renan ficou um tempo no ostracismo, mas foi voltando aos poucos ao comando da cena política. Ele foi acusado de receber ajuda financeira de lobistas ligados a construtoras, que teriam pago despesas pessoais, como o aluguel de um apartamento e a pensão alimentícia de sua filha com a jornalista Mônica Veloso.
Mas, com a eleição de Sarney para a presidência da Casa, Renan se rearticulou com o apoio dele e o do líder do PTB, Gim Argello (DF). Voltou a ter o comando do PMDB e protagonizou algumas trombadas com a presidente Dilma, que tentou isolá-lo, tirando Romero Jucá (PMDB-RR) da liderança do governo e botando em seu lugar Eduardo Braga (PMDB-AM), um dissidente do grupo de Renan.
Dilma nunca escondeu seu mal-estar com a possibilidade de Renan presidir o Senado no lugar de Sarney. Nos bastidores, chegou a articular o nome do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB), para o cargo. Ao próprio Renan, Dilma chegou a dizer que ele teria seu apoio para disputar o governo de Alagoas, o que o afastaria da presidência do Senado.
Mas, como é quem comanda, de fato, a bancada do PMDB e de partidos da base no Senado, Renan continuou fortalecido, principalmente depois da criação da CPI de Carlinhos Cachoeira, quando o governo precisou do seu partido. Ele se considera, portanto, pronto para voltar a presidir o Senado, e com apoio dos governistas.
A oposição articula o lançamento de um nome da base para disputar com Renan. O mais cotado é o senador Luiz Henrique (PMDB-SC), que viajou para a Rússia com Dilma, no início de dezembro, o que gerou especulações na seara governista.
— Renan já conversou com Sarney e com amigos sobre a candidatura. Mas só vai oficializar na véspera da eleição. Ele acha que foi arrancado injustamente da presidência do Senado em 2007. Por isso, quer o cargo de volta — conta um senador peemedebista.