Na Paraíba quem sai na frente na Pesquisa do Ibope, sempre perdeu as Eleições!
Houve problemas na Paraíba, onde não apontamos a realização de um segundo turno, no Pará, em que a chegada de Maria do Carmo no segundo turno não foi mostrada pelos pesquisa, e no Mato Grosso do Sul, onde o segundo turno não foi indicado - afirmou Márcia Cavallari, diretora do Ibope.
De acordo com os institutos de pesquisa, o governador Zeca do PT deveria agora estar comemorando sua reeleição no Mato Grosso do Sul. Porém, apesar de o Ibope ter afirmado na sexta-feira que o petista estaria reeleito com 53% dos votos, o governador agora se prepara para um segundo turno contra Marisa Serrano, do PSDB.
Outra petista teve emoções diferentes. No Pará, de acordo com o Ibope, Maria do Carmo estaria seis pontos percentuais atrás de Ademir Andrade, do PSB. Porém, a petista chegou à segunda rodada de eleições quatro pontos à frente do adversário e está no segundo turno.
setembro 18th, 2010 Author: vavadaluz Na 1ª pesquisa o peemedebista aparecia com 58% das intenções de voto contra 26% do socialista A pesquisa do Instituto Diário Data Associados divulgada pelo Jornal O Norte, neste sábado (18), muda o cenário das eleições 2010 na Paraíba se comparada com a primeira noticiada no dia 15 de agosto. Os números de hoje apontam uma queda do candidato a reeleição José Maranhão (PMDB) de 14 pontos percentuais e o crescimento de 6% de Ricardo Coutinho (PSB).
Na primeira pesquisa do Instituto Diário Data Associados o peemedebista aparecia com 58% das intenções de voto contra 26% do socialista, ou seja, uma diferença de 32 pontos percentuais.
Conforme o Instituto, o número de eleitores que responderam votar nulo caiu de 6% para 5% e os indecisos subiu de 9% para 15%. Somados, nulos e indecisos chegam a 20%.
Na reta final, restando apenas 15 dias para o pleito, resta aos dois principais candidatos ao governo estadual trabalharem para conquistar o voto dos eleitores indecisos e que revelaram votar em branco para, dessa forma, levar as eleições na Paraíba para um provável segundo turno ou simplesmente garantir o resultado já no primeiro.
A prática nefasta é velha. Assessores e cabos eleitorais de candidatos assediam eleitores para propor a sórdida negociação: voto em troca de dinheiro. Na verdade, míseros trocados. Algumas vezes, ao invés do dinheiro, são óculos, cimento, consultas, enxoval de bebês... A oferta se dá sem muitos rodeios.
Os intermediários acercam-se de pessoas conhecidas, que sabem serem suscetíveis à negociação, preferencialmente mães ou pais de família que, além do próprio voto, negociam em nome dos filhos. Uma vez acertado o preço, são requeridas, por parte do comprador, fotocópias dos títulos eleitorais das pessoas arroladas na transação. O pagamento se da às vésperas da votação.
A despeito das muitas campanhas de conscientização e do cerco anunciado pela Justiça Eleitoral e Polícia Federal, essa negociata segue acontecendo a plenos vapores nas eleições deste ano. Na semana passada, ouvimos relatos de alguns casos envolvendo candidatos de Campina Grande, cujos intermediários negociam a compra de eleitores ao preço de ínfimos R$ 20 por cabeça.
A cópia do título de eleitor tem dois intuitos. Primeiramente, garantir que o eleitor comprado esteja de fato em condições legais de votar. E, além disso, fica a ameaça: sabendo em que zona e seção a pessoa vota, dá para saber – dizem – se ela cumpriu realmente com sua parte no trato.
Embora a história de que dá para saber em quem se vota seja um engodo, há um estratagema usado nestes casos que acaba funcionando. Ocorre que, como é possível saber a votação dos candidatos em cada urna, fica a ameaça: se o candidato a quem o eleitor se vendeu não receber nenhum voto naquela seção, ficará descoberto que ele (o eleitor) não cumpriu sua “obrigação”.
A ameaça acaba funcionando. Mas, essa exigência das fotocópias de títulos pode ser a prova material de que a polícia e a justiça precisam para determinar o envolvimento de candidatos na prática da compra de sufrágios. Até porque os tais intermediários andam por aí, despreocupadamente.
Publicado no Diário da Borborema de 14 de setembro Por: Lenildo Ferreira
Acima, os números do Diário Data Associados publicados na edição deste domingo do Diário da Borborema e O Norte. Foram entrevistados 1100 eleitores, entre os dias 12 e 15 deste mês. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. A baixo, a primeira pesquisa, de agosto.
Na pesquisa publicada no dia 15 de agosto, o governador José Maranhão aparecia com uma frente bem mais confortável. No diagrama a seguir, é possível comparar a queda na diferença. Ele também mostra a perspectiva de diferença máxima e mínima entre os dois candidatos, levando em conta a margem de erro, que é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
O prognóstico é claro. Se a campanha continuar no mesmo ritmo, e o governador não conseguir conter o crescimento do socialista, a disputa chegará tecnicamente empatada ao dia 03 de outubro. Por: Lenildo Ferreira (blog)
Faz semanas que a professora Lourdes Sarmento (PCO) não é vista na Paraíba. A agenda que a filha da candidata, Sarah Sarmento, costumava mandar à imprensa, também não chegou mais no email de seu ninguém. Não admira que a equipe do governador José Maranhão (PMDB) tenha se atrapalhado toda ao citar a eventual terceira colocada nas pesquisas.
Foi estampado na página de Zé Maranhão neste domingo, 19, um gráfico ilustrativo da pesquisa Ibope onde se lê 51% para o governador, 34% para Ricardo Coutinho e 0% para Lourdes SACRAMENTO. Postado por Cláudia Carvalho às 15:26
Ídolo do São Paulo, Pedro Rocha sofre com doença grave; família acusa clube, que rebate Autor: Fábio Matos Fonte: ESPN Brasil
Apontado por ninguém menos que Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, como um dos cinco maiores jogadores do futebol mundial nos anos 1960 e 1970, o uruguaio Pedro Virgílio Rocha Franchetti, hoje com 67 anos, vive um drama. Um dos principais nomes da história do São Paulo , do Peñarol (URU) e da seleção uruguaia, El Verdugo apelido que ganhou em seu país, algo como carrasco, que reforçava sua liderança em campo e força física aliada a uma qualidade técnica assombrosa luta contra uma doença, a atrofia do mesencéfalo, que afeta diretamente os movimentos e a fala.
No início do mês, Pedro Rocha teve de ser internado às pressas na Santa Casa de Santo Amaro, em São Paulo , após complicações em decorrência de uma gripe forte. Passou dois dias no hospital e voltou para casa depois do susto. Com dificuldades para pagar pelo tratamento, a família do ex-craque recorreu ao Sistema Único de Saúde (SUS), mas o filho de Rocha, que também se chama Pedro, não poupou críticas ao que considera falta de apoio do São Paulo .
Pedro Rocha ao lado de Pelé, que o considerava um dos cinco maiores jogadores do futebol mundial Crédito da imagem: Divulgação O pessoal da diretoria do São Paulo , principalmente o doutor Marco Aurélio (Cunha, superintendente de futebol do clube), sempre liga, mas é mais para perguntar do meu pai, afirmou o filho de Pedro Rocha em contato com o ESPN.com.br. O clube não tem ajudado na parte prática. O São Paulo poderia estar fazendo muito mais, está deixando a desejar, critica Pedro.
Debilitado pela doença que já está em um grau avançado, o ídolo são-paulino passa os dias em casa, na companhia da esposa, Mabel, e do filho, fazendo fisioterapia e recebendo acompanhamento médico. Não há um tratamento específico para a doença, mas o que a gente vem fazendo é tentar retardar os sintomas, conta Pedro. O meu pai faz um pouco de fisioterapia e toma alguns remédios. Infelizmente, a fala está bastante comprometida e ele está numa cadeira de rodas. Ele passa o dia vendo televisão e gosta de assistir aos jogos, mas normalmente não vê esses que passam à noite, porque o recolhemos para dormir mais cedo.
O filho de Pedro Rocha conta que, inicialmente, a família pensou que El Verdugo estava sofrendo de depressão. Quando a doença começou a piorar, a gente pensou que fosse um estresse elevado, uma depressão. Tomamos conhecimento da doença de um ano para cá, afirma. Nessa última internação dele, ficamos com medo de ser uma pneumonia. Mas ele já está de novo em casa e, na medida do possível, está bem.
São Paulo responde
Em entrevista, por telefone, ao ESPN.com.br, o superintendente de futebol do São Paulo , Marco Aurélio Cunha, que é médico, reagiu com veemência às declarações do filho de Pedro Rocha. O dirigente assegurou que o clube do Morumbi dá todo o apoio ao ex-craque uruguaio e disse que a família de Rocha não comunicou o São Paulo sobre a internação do começo do mês.
É absolutamente injusto o que ele falou. Eu e o doutor (José) Sanchez (médico do São Paulo ) estamos em contato direto com a família do Pedro Rocha. Ele já fez vários tratamentos bancados pelo São Paulo , afirmou o dirigente. A questão é que o São Paulo Futebol Clube é uma instituição que não pode ficar socorrendo alguém a todo momento, principalmente quando não sabe o que está acontecendo. Ele ficou internado na Santa Casa, mas eles (os familiares) não nos informaram.
O superintendente do clube também disse que já enviou remédios à família, muitas vezes pagos do próprio bolso, e acompanhou Pedro Rocha em várias consultas médicas nos últimos anos. Qual é a responsabilidade que o São Paulo tem sobre o Pedro Rocha? Nós mandamos medicamentos muitas vezes, mas precisamos ser mais bem informados sobre as necessidades, diz.
É um paciente que sofre com uma doença que avança gradativamente e que precisa de cuidados. A gente dá a nossa ajuda de uma maneira sigilosa, muitas vezes do nosso próprio bolso, mas é uma situação delicada para o clube. Qual deve ser o critério para definirmos quais jogadores com problemas de saúde serão ajudados pelo clube?, questiona Marco Aurélio. A coisa não funciona assim, infelizmente. O São Paulo tem um balanço financeiro, um Conselho Fiscal, e eu não posso retirar um valor de dinheiro sem justificar ao presidente ou a esses órgãos. O São Paulo cumpre à risca seu papel social, mas dentro dos seus limites.
O dirigente também contou que vem maturando a ideia de criar um instituto com a marca do São Paulo , mas independente do clube, destinado exclusivamente a ajudar ex-jogadores da equipe. É uma ideia minha, individual, e seria um órgão que teria autonomia e independência para tocar essas ações. Porque o clube não pode arcar com esse ônus. Não é da responsabilidade do clube.
Craque de quatro Copas do Mundo
Pedro Rocha não foi apontado por Pelé como um dos cinco maiores jogadores do mundo à toa. O craque uruguaio chegou ao São Paulo em setembro de 1970, credenciado por ter feito história com a camisa do Peñarol (URU), clube pelo qual foi tricampeão da Copa Libertadores América (1960/61/66) e bicampeão mundial interclubes (1961/66), além de sete vezes campeão uruguaio (1960/1961/62/63/64/67/68). Ficou no Morumbi até 1977, ano da chegada do técnico Rubens Minelli, que não o aproveitou.
Pedro Rocha em ação pelo São Paulo contra o Corinthians, de Rivellino; 113 gols em 375 jogos no time Crédito da imagem: Divulgação Pela seleção uruguaia, Rocha foi o único jogador de seu país a disputar quatro Copas do Mundo: 1962 (Chile ), 1966 (Inglaterra ), 1970 (México ) e 1974 (Alemanha ). No Mundial do México , no auge da forma, Rocha quase não jogou, pois se lesionou aos oito minutos da partida de estreia contra Israel ficou de fora, portanto, da semifinal diante do Brasil . Marcou 16 gols em 71 jogos pela Celeste Olímpica.
Ao chegar ao São Paulo , teve de dividir os holofotes e o rótulo de estrela do time com Gérson, mas não demorou a se adaptar e a ganhar títulos. Foi bicampeão paulista (1971/75) e vice da Libertadores (1974). Individualmente, foi artilheiro do Campeonato Brasileiro de 1972 (17 gols, ao lado de Dadá Maravilha, do Atlético-MG) e da Libertadores de 1974 (sete gols). Em 1973, foi um dos jogadores que ganhou a Bola de Prata da revista PLACAR. Em sua passagem pelo Morumbi, Pedro Rocha marcou 113 gols em 375 jogos é o 18º jogador que mais atuou na história do clube e o 12º na lista de artilheiros. No fim da carreira, Rocha ainda teve passagens discretas por Palmeiras , Coritiba , Bangu e pelo Al-Nassar, da Arábia Saudita. Também trabalhou como treinador de futebol em vários clubes, como Portuguesa , Coritiba , Guarani , Ponte Preta , Mogi Mirim, entre outros.
Washington com Assis chamado de casal 20 pela torcida do Fluminense do Rio
Hoje, Washington se encontra assim.
Aos 49 anos, ex-jogador vive em cadeira de rodas, efeito de grave enfermidade que afeta seus movimentos
Marcelo Monteiro e Cahê Mota Rio de Janeiro
Washington segura a camisa que está sendo leiloada na internet Ídolo do Fluminense nos anos 80 e campeão com a seleção brasileira nos Jogos Pan-Americanos de 87 (Indianápolis/EUA), o ex-jogador Washington vive um momento delicado. Ele luta contra os efeitos da Esclerose Lateral Amiotrófica. Conhecida como ELA, a doença degenerativa, ainda sem cura, atinge as células do sistema nervoso central e prejudica os movimentos, a fala e o sistema respiratório.
Aos 49 anos, mas com aparência envelhecida, o ex-atacante do Atlético-PR, Botafogo, Corinthians e Internacional, entre outros clubes, precisa recorrer a uma cadeira de rodas para se locomover. Após ser internado com um princípio de pneumonia no mês passado, Washington luta para se tratar da grave enfermidade, conhecida também como doença de Lou Gehrig ou de Charcot. A mesma que afeta o físico inglês Stephen Hawking.
- Já estou quase 100% em relação à pneumonia. Mas estou quase sem força nas pernas. Em quase todo o corpo, na verdade - afirmou o ex-jogador, em entrevista por telefone ao GLOBOESPORTE.COM.
Há quase três anos se tratando da doença em Curitiba, Washington recebe gratuitamente medicamentos do Governo do Paraná (após ingressar com uma ação na Justiça) e realiza sessões de fisioterapia de duas a três vezes por semana. E aguarda uma transferência para o Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, no qual teria acesso a um tratamento intensivo.
Os médicos que atendem o ex-jogador já indicaram que, no futuro, será necessário o uso contínuo de dois aparelhos para facilitar a respiração. Equipamentos que custam de R$ 20 mil a R$ 80 mil. Valores altos para o ex-jogador.
Sem mostrar desânimo, apesar dos problemas de saúde, e sem reclamações em relação ao Fluminense, Washington afirma que o clube, se desejasse, poderia colaborar com seu tratamento diante da ligação que tem com uma companhia de planos de saúde, principal patrocinadora.
- Quero é me recuperar da doença. E de cabeça erguida. Sem passar a imagem de coitado. Não tenho nada a reclamar do Fluminense. Tenho o maior orgulho de ter vestido a camisa do clube - afirmou sobre o Tricolor carioca, que defendeu de 1983 a 1989 e pelo qual foi tricampeão carioca (1983/84/85) e campeão brasileiro (1984).
A diretoria do Flu promete ajudar o ex-jogador. O departamento de marketing do clube recebeu a missão de elaborar projetos em prol do antigo camisa 9 das Laranjeiras.
- Trata-se de um ídolo tricolor, marcado na história com títulos, e precisamos colaborar com esse tratamento. Diante da doença, estamos em busca de uma solução o mais rápido possível e devemos anunciá-la em breve – garantiu o vice-presidente de futebol, Ricardo Tenório.
A assessoria de imprensa da Unimed, patrocinadora do Fluminense, afirmou que uma possível ajuda ao ex-jogador será analisada pelo comando da empresa.
Fã do centroavante que ajudou o Fluminense a conquistar vários títulos, o jornalista João Márcio Júnior, 30 anos, decidiu ajudar o ídolo, promovendo um leilão virtual em benefício do tricampeão carioca.
Filho do atacante João Márcio, que defendeu o Fluminense nos anos 60, o jornalista comprou uma camisa oficial do Tricolor, pediu para que Washington a autografasse e está leiloando o uniforme na internet. Até esta quarta-feira, o maior lance havia sido de R$ 1.250.
- Acompanhei a trajetória dele quando eu era criança. Lembro-me da participação dele na conquista do título carioca de 1985. Era o meu ídolo. Nas peladas, sempre dizia que eu era o Washington - lembrou João Márcio.
Parceiro de Washington no Atlético-PR e no Fluminense, no qual formaram a famosa dupla "Casal 20", Assis lamenta a situação enfrentada pelo velho amigo.
- Não tenho tido contato com ele. O importante é que está sob cuidados médicos. Não só eu, mas quem conheceu o Washington fica triste com essa situação.